Itaú Seguros

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História do Itaú
A trajetória do Banco itaú é marcada por conquistas e por pioneirismo.
Cada década contribui para o amadurecimento de um banco focado em tecnologia e inovação sem deixar de lado um patrimônio fundamental : as pessoas e a sociedade na qual está inserido.

Perfil da empresa
A conduta ética, a transparência, boas práticas de governança corporativa, foco na prestação de serviços financeiros e busca de rentabilidade, resultados e performance com segurança são características do Itaú.

Administração, conheça a estrutura administrativa do Banco Itaú Holding Financeira, inclusive com perfis dos principais executivos e conselheiros da instituição. Segmentação
Há mais de 20 anos, o Banco Itaú Holding Financeira opera com uma estrutura de segmentação de mercado bem definida, permitindo fornecer produtos e serviços direcionados a cada perfil de cliente.

Presença do Itaú Holding
Veja todas as regiões onde o Banco Itaú Holding Financeira atua, seja no mercado interno, por meio de milhares de pontos de atendimento, ou no exterior, com agências, escritórios de representação e subsidiárias.

A década de 40 iniciou-se com o mundo em guerra. Desde 1939, a II Guerra Mundial colocava os países europeus “aliados” em oposição aos países do “eixo”: Alemanha, Itália e Japão. No início, o Brasil manteve-se em posição de neutralidade em relação ao conflito. Em 1942, porém, após os ataques das forças alemãs a navios mercantes brasileiros, o Brasil entrou em guerra, ao lado dos aliados.

A entrada do Brasil na Guerra abalou a estabilidade do regime ditatorial do Estado Novo. A oposição ao regime ampliou-se nos meios intelectuais, estudantis, religiosos e empresariais. Getúlio Vargas reviu, então, seu posicionamento e promoveu diversas mudanças, como a anistia a presos políticos e a reforma da legislação partidária e eleitoral.

Apesar disso, a pressão dos ministros militares tornou-se cada vez mais forte e Getúlio renunciou em 29.10.1945, poucos dias antes da eleição de seu candidato, o ex-ministro da Guerra, Eurico Gaspar Dutra, que assumiu em janeiro de 1946, com a instalação da Assembleia Nacional Constituinte, que promulgou a nova Constituição do país, mais democrática, refletindo a derrota do nazi-fascismo na II Guerra e a queda do Estado Novo.

Com a entrada do Brasil na II Guerra, o governo assumiu a supervisão da economia. Para isso, criou a Coordenação de Mobilização Econômica. Foram baixadas diversas leis restringindo a atuação de grupos estrangeiros no país, obrigando-os a se nacionalizarem, caso desejassem continuar atuando.

Com o fim do Estado Novo, o Governo de Eurico Gaspar Dutra deu início a um período de economia com menor controle estatal. Como a situação do país no plano financeiro era favorável, com o acúmulo de divisas resultantes das exportações nos anos de guerra, foi adotada a liberdade de câmbio, favorecendo a entrada de importados no país. A onda de importações, favorecida pela valorização da moeda, teve como resultado a redução do saldo da balança comercial.

Percebeu-se que, no longo prazo, essa política poderia dificultar as atividades industriais. A liberdade cambial foi mantida por um sistema de licenças de importação, que facilitavam a aquisição de equipamentos para a indústria, mas iniciou-se um certo controle, especialmente para produtos que tivessem similares nacionais.

Com a entrada do Brasil na II Guerra, o governo brasileiro baixou medidas de represália econômica contra alemães e italianos. Uma dessas medidas determinou a liquidação de filiais de bancos cujas matrizes estivessem nos países inimigos, o que provocou o encerramento das atividades de diversos bancos tradicionais em São Paulo. Em seu lugar, entre 1943 e 1944, foram abertos 327 novos estabelecimentos bancários no Brasil, todos nacionais, dadas as condições favoráveis que se abriram: grande volume de moeda em circulação, necessidade de crédito por pequenos empresários interessados na indústria de substituição de importados, lacuna criada com o fechamento dos bancos estrangeiros e facilidades legais para esse estabelecimento.

Após cumprirem as formalidades legais, muitos desses banqueiros saíam à procura de depósitos de institutos (caixas de previdência e aposentadorias das diversas categorias profissionais) e passavam a operar com esses recursos, aplicando-os sem obedecer aos princípios básicos de técnica bancária, preferindo, na maioria das vezes, operações de cujos resultados o empresário pudesse participar individualmente.

Algumas instituições, sem capacidade para descontar os títulos comprometidos, recorriam à Caixa de Redescontos. O lucro provinha da diferença de juros e comissões pagas, pois, apesar da proliferação dos bancos, as taxas de juros continuavam das mais altas e sem nenhum tipo de controle. Poucas dessas instituições conseguiram sobreviver e foram desaparecendo durante as crises econômicas.

Na tentativa de reverter esse processo, em 1944 o Estado restabeleceu a Caixa de Mobilização e Fiscalização Bancária, fixando valores mínimos de capital inicial para o funcionamento de novos bancos. Gradativamente, iniciou-se uma redução das matrizes de bancos que atuavam no país, permanecendo aqueles que, pelo desempenho nos negócios, tiveram condições de atuar de maneira mais sólida e menos vulnerável às alterações da economia.

Mas era necessário conferir confiabilidade aos bancos. E, para evitar situações de crise descontrolada na área bancária, com implicações em toda a economia do país, o governo passou a intervir no sistema, garantindo seu funcionamento. Assim, em 1945, nova reformulação no sistema financeiro criou a SUMOC – Superintendência da Moeda e do Crédito, com o objetivo de exercer o controle monetário e preparar a organização de um Banco Central para o país. A SUMOC supervisionava a atuação dos bancos comerciais, orientava a política cambial e representava o país em organismos financeiros internacionais.